Quase sempre não é a operadora: é o dado que sai errado do sistema da clínica. Estes são os cinco pontos em que o lote para, e o que fazer em cada um.
O faturamento de convênio trava em cinco pontos previsíveis: cadastro do beneficiário divergente, guia sem autorização válida, tabela de procedimentos desatualizada, lote fora do layout exigido pela operadora e glosa que ninguém recorreu no prazo.
O iGUT trata os cinco dentro do sistema: o lote é validado contra o schema oficial antes de sair, o retorno da operadora é conciliado item a item, e a glosa e o recurso ficam no mesmo lugar — sem planilha paralela.
| Onde trava | O que costuma acontecer | Como o iGUT trata |
|---|---|---|
| Cadastro do beneficiário | Carteirinha, validade ou nome divergente da operadora | O cadastro é conferido antes de gerar a guia |
| Autorização | Guia enviada sem senha válida ou com senha vencida | A guia nasce com o campo de autorização e o status fica visível |
| Tabela de procedimentos | Código que a operadora não reconhece mais | A tabela usada é a do convênio, não uma lista genérica |
| Layout do lote | Arquivo recusado na importação da operadora | 15 versões de layout, de 2.01.03 a 4.03.00, validadas contra o schema oficial |
| Glosa | Valor glosado sem recurso dentro do prazo | Glosa e recurso no mesmo lugar, com o motivo registrado |
TISS é o padrão da ANS para a troca de informação entre clínica e operadora: o mesmo conjunto de guias, lotes e retornos que permite faturar convênio de forma eletrônica. Cada operadora usa uma versão de layout — e é aí que a maioria dos erros nasce.
Conferir pelo total é o jeito mais rápido de perder dinheiro: o lote volta com um valor parecido e você não sabe qual item foi glosado. A conciliação do iGUT compara item a item o que foi cobrado com o que a operadora pagou.
O recurso de glosa fica no mesmo lugar do faturamento, com o motivo registrado — para não depender da memória de quem montou o lote.
Quando o convênio paga, o repasse ao profissional já está calculado: a clínica monta a regra em passos, com prioridade por convênio, profissional e código. O sistema mostra por escrito qual regra será aplicada, calcula item a item, desconta impostos e retenções na base correta e emite o relatório com recibo.
Também é possível pagar o profissional antes de o convênio quitar, com trava que impede repassar o mesmo atendimento duas vezes.
Sim, em 15 versões de layout, de 2.01.03 a 4.03.00. O lote é validado contra o schema oficial antes de sair, o retorno da operadora é conciliado item a item e a glosa e o recurso ficam no mesmo lugar.
Sim. NFS-e no Padrão Nacional e no modelo legado, além de NF-e e NFC-e, com DANFE, retenções e cancelamento por evento.
A clínica monta a regra de repasse em passos, com prioridade por convênio, profissional e código. O sistema mostra por escrito qual regra será aplicada, calcula item a item, desconta os impostos e as retenções na base correta e emite o relatório com recibo.
Não. O iGUT roda em nuvem, em um ambiente configurado para a sua clínica.
A demonstração é feita por um especialista, com a sua lista de convênios e a rotina da sua clínica.
Um especialista responde no WhatsApp em horário comercial. Se a janela do WhatsApp não abriu, chame você mesmo: (61) 98346-1929.